domingo, 26 de fevereiro de 2012

Inteligências Múltiplas


Inteligências Múltiplas

Com formação em psicologia e neurologia, Howard Gardner divulga na década de 1980 sua teoria das inteligências múltiplas. Através do estudo do mapeamento encefálico, o cientista propôs as seguintes nove formas de inteligência:

- Inteligência Lógico-matemática: capacidade de realizar operações numéricas e de fazer deduções (raciocínio).
- Inteligência Lingüística: habilidade de aprender idiomas e de usar a fala e a escrita para se comunicar e atingir objetivos (comunicação).
- Inteligência Espacial: disposição para reconhecer e manipular situações que envolvam apreensões visuais (observação).
- Inteligência Físico-cinestésica: potencial para usar o corpo com o fim de resolver problemas ou fabricar produtos (esporte, trabalhos manuais, artesanato)
- Inteligência Interpessoal: capacidade de entender as intenções e os desejos dos outros e conseqüentemente de se relacionar bem em sociedade (relacionamento).
- Inteligência Intrapessoal: inclinação para se conhecer e usar o entendimento de si mesmo para alcançar certos fins (autoconhecimento).
- Inteligência Musical: aptidão para tocar, apreciar e compor padrões musicais (Percepção Auditiva).
- Inteligência Natural: habilidade de reconhecer e classificar padrões na natureza ().
- Inteligência Existencial: disposição para refletir sobre questões fundamentais da vida humana.

Como uma criança possui um cérebro em desenvolvimento até os 7 anos, é de se esperar que ela seja estimulada em cada uma das 9 formas de inteligência até esta idade, caso contrário ela crescerá com gaps de aprendizado. Desta forma, não faz sentido discutir um padrão pedagógico para o ensino fundamental que não englobe estímulos em todas as formas de inteligência conhecidas para as crianças.

Referências
Howard Gardner

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

A Educação perdendo a importância nos lares brasileiros.


“Menos gastos com educação, mais dispêndio com bens duráveis.”
É assim que começa a matéria que eu li hoje n’O Globo, intitulada “Inflação à brasileira: IPCA ganha nova fórmula de cálculo”

A matéria fala que para 2012 o IBGE está mudando a composição do cálculo do índice oficial de inflação para melhor refletir a nova realidade do consumo das famílias brasileiras.

A reportagem diz ainda que “O computador e o automóvel próprio ganharão espaço e vão pesar mais. Só os veículos passarão de 7,33% para 10,32% do índice oficial de preços. O peso da TV e do computador vai mais que triplicar.”
Por outro lado, “O grupo Educação experimentará a maior queda de peso no índice. O que parece contraditório diante da alta desse grupo em 2011, de 8,09%. Agora, terá sua participação reduzida de 7,21% para 4,37% no índice de preços.”

O que isso tudo quer dizer?
Quer dizer que o gasto médio das famílias brasileiras com educação - onde se inclui além de mensalidades, livros, material escolar, uniformes, e tudo o que é relacionado com educação - que antes se equiparava ao gasto com veículos, foi o que mais perdeu espaço no orçamento familiar. Esta nova realidade mostra que o brasileiro gasta quase 2,5 vezes mais com veículos do que com educação.
Se a inflação de 2011 tivesse sido calculada pela nova metodologia o índice teria ficado em 6,1% e não em 6,5%. Isso se deve principalmente ao fato de que a alta da educação em 2011 ficou bem acima da inflação média, ultrapassando os 8%

E quais os resultados disso tudo?
Para aqueles que acreditam que Só a Educação Salva o Brasil, sua inflação real sempre será maior do que a oficial. E como a pressão inflacionária da educação diminuiu, reajustes de escolas e gastos correlatos chamarão menos a atenção da opinião pública, da mídia e dos governantes, podendo criar uma bola de neve, com altas que podem fugir do controle, desestimulando a continuidade dos estudos.
Para a nossa nação, como não vemos nenhuma contrapartida por parte do poder público de ampliar os investimentos em educação e as políticas públicas correlacionadas, no curto e médio prazo veremos a tendência de o nosso IDH cair ainda mais. Aí de nada adiantará sermos a 6ª ou 5ª maior economia do mundo se nosso nível de educação ficará ainda pior do que Gana e Suazilândia.

E isso tudo segundo o levantamento do IBGE é um retrato mais real do comportamento atual das famílias brasileiras. Isto quer dizer que enquanto nossos pais sonhavam em nos dar todos os estudos que eles não puderam ter, nós agora sonhamos em dar aos nossos filhos a TV, o video-game e o carro zero que a gente não pode ter.

Este comportamento só nos mostra que estamos na contramão de países como a Coréia do Sul, que passaram por guerras, crises econômicas, e fizeram a transição de país subdesenvolvido, para em desenvolvimento e hoje pode ser chamado de país desenvolvido graças a investimentos constantes e estruturados em educação.

A tarefa é árdua, mas nós do Só a Educação Salva o Brasil acreditamos que essa situação pode ser revertida, a fórmula pode ser mais complexa do que parecia, mas as boas iniciativas que nós vez ou outra nos deparamos nos fazem ver um pequeno raio de luz lá no finalzinho do túnel.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Consumismo Desenfreado

Eu não sou anti-americano. Se colocarmos na balança, historicamente foi muito bom para o Brasil ter se aliado aos Estados Unidos da América desde a metade do século XX. Os países que foram contra os EUA estou em pior situação hoje. E com o Brasil não seria diferente. Mas se existe um elemento da cultura americana que foi absorvida pelo povo brasileiro que não em agrada muito é o consumismo desenfreado.

Os EUA montaram o seu carrossel econômico baseado no consumismo. Até hoje em dia, toda a indústria de marketing gira em torno de criar necessidades em potenciais consumidores. O EUA também são o país que mais desperdiçam recursos naturais, um exemplo bem claro disso é seus carros enormes e o fato de que 1/3 do petróleo do mundo é consumido pelos americanos. Para quem já foi num restaurante nos EUA pode confirmar a dificuldade de encontrar uma porção de comida pequena, tudo tem que ser grandioso e conseqüentemente é desperdiçado.

Aqui no Brasil estamos indo na mesma direção. Pagamos hoje preços orbitantes por produtos que no passado era populares.Seguem alguns exemplos: sandálias havainas, camisetas Hering, roupas esportivas Adidas e assim por diante. Outros produtos alimentícios conseguiram se diferenciar do mercado vendendo a imagem de serem saudáveis: iogurtes servem para regular o intestino, água mineral serve para desinchar o corpo. Hoje em dia pagamos o triplo do preço só para carregar chicletes que vem numa embalagem que parece uma cigarreira.

Tome cuidado com o que você vê na TV. Existem vários publicitários que querem fazer com que você gaste o seu dinheiro com o que você não precisa. Ao utilizar as ferramentas de crédito não haja impulsivamente, procure se informar sobre o crédito consciente, pratique o planejamento financeiro e diga não ao consumismo desenfreado. Vai valer a pena!

Se depois destas dicas sobrar um pouco de dinheiro ao final do mês, considere a possibilidade de fazer uma doação para o Fundo Bolsas do Instituo Embraer. Mais detalhes no link abaixo:

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

1 mês de vida

Neste feriado o Só a Educação Salva o Brasil completou um mês de vida. Até agora foram 20 textos publicados, aproximadamente 700 Page Views e algumas poucas pessoas sensibilizadas. Este é só o começo de uma longa jornada de um Brasil melhor. Não deixem de ler o Editorial:

E se vocês concordam com as idéias aqui defendidas, por favor ajudem a divulgar este canal!

Presentes e o peso morto na economia

O ano de 2011 está chegando ao fim, e chegando também estão as festas de fim de ano. Já faz tempo que o sentido religioso do Natal perdeu o sentido para a maioria dos brasileiros. Infelizmente a data deixou de ser apenas uma oportunidade para reunir a família e tornou-se um grande marco comercial. Pinheiros enfeitados, luzes coloridas, meias penduradas na lareira, bonecos de neve e até comer peru na ceia de Natal não passam de tradições importadas de outras culturas e até de outros feriados. A necessidade de se comprar presentes para familiares, amigos, colegas de trabalho e de estudo sobrepõe todas os outros simbolismos originais da data. Acontece que esta imposição gera uma grande perda para a economia. Calma que eu explico.

Vocês já devem ter ouvido falar na lei da oferta e da procura. Numa economia de livre mercado, livre de monopólios ou controle de preços, quem determina o preço de um produto ou serviço são as curvas de oferta e demanda. Simplificando: se muita gente quer comprar uma mercadoria ou serviço e ela está se tornando escassa, o preço sobe; e se pouca gente quer comprar uma mercadoria ou serviço e ela está se tornando saturada no mercado, o preço cai. Nos dois casos o mercado sempre encontra um jeito de achar um ponto de equilíbrio em que todos saem ganhando.

Toda interferência neste equilíbrio gera peso morto (do inglês deadweight loss) na economia. Simplificando: dadas as curvas de oferta e demanda, o dono do cinema consegue determinar um preço da entrada que maximize o seu lucro e de seus concorrentes, ao mesmo tempo, o consumidor também é beneficiado por que se um cinema resolver praticar preços muito altos vai perder freguesia dado o grande número de concorrentes. Resumindo o mercado se auto regula para encontrar um equilíbrio que beneficie fornecedores e consumidores ao mesmo tempo.

Se neste exemplo, o governo determina que os donos de cinema devem cobrar apenas meia entrada de estudantes e idosos, aparentemente este decreto favorecerá estes grupos de consumidores e prejudicará os donos de cinema. Talvez. Mas só a curto prazo. À longo prazo todos sairão perdendo. Neste novo cenário, o dono do cinema vai revisar o preço da entrada do cinema para cima, para não ter prejuízos e ao aumentar o preço da entrada, o número de pessoas que irão ao cinema diminuirá, pois as curvas de oferta e procura buscarão um novo equilíbrio. Um equilíbrio superficial criado por conta da intervenção (meia entrada para estudantes e idosos). Neste exemplo fica bem fácil identificar qual é o peso morto gerado na economia por conta da meia entrada: inflação, pois os preços tiveram que aumentar; menor lucro para os donos de cinemas e menos pessoas assistindo filmes.

É mais do que sabido que a maioria das datas comemorativas que temos hoje foram criadas pelo comércio para arrecadar mais e durante todo o ano: dia dos pais, das mães, crianças, namorados, avôs, avós, aniversários, Páscoa e Natal. Todas estas comemorações foram criadas com uma segunda intenção: que as pessoas comprem produtos, conforme descrito no início deste texto.

No passado, presente era algo que se dava para alguém de bom grado, por exemplo: estava na loja, vi este artigo, lembrei-me de você e acabei te comprando. Hoje em dia, quem possui família grande ou possui muitos amigos se sente na obrigação de comprar presentes em todos as datas comemorativas mencionadas acima. Com a correria de hoje, nem sempre é possível comprar presentes que agradem todo mundo, tanto que a expressão “é só uma lembrancinha” surgiu. 


Meu ponto é que a obrigação de sair comprando presentes a torto e a direito gera uma interferência no mercado, e como toda interferência gera peso morto na economia. Exemplificando: imagine um item de consumo que te interesse, por exemplo um Guiness Book, no entanto o valor percebido deste livro de curiosidades para você seja 20 reais. “Por 20 reais eu compraria um Guiness Book”. Neste caso qual seria a tendência do mercado? Que o preço do Guiness Book chegasse ao valor percebido pelo mercado, o preço de equilíbrio seria bem próximo de 20 reais. Aí vem uma data comemorativa que obriga um amigo seu a te comprar um presente, só que ele não tem muito tempo para ficar pensando num presente para você, ou simplesmente não tem muito jeito para ficar escolhendo presentes para os outros, aí ele lembra que talvez você gostaria de ter um Guiness Book, vai na livraria e paga aproximadamente 100 reais no livro. Vocês percebem que neste caso existem 80 reais de peso morto na economia? Você recebeu um presente de 100 reais por um produto que tem um valor percebido de apenas 20 reais. Teria sido melhor se seu amigo tivesse te dado os 100 reais em dinheiro e você comprasse aquilo que quisesse, com o seu valor percebido das mercadorias, não interferindo na lei da oferta e da procura, não gerando inflação e perda econômica.

Ao invés de gerar pressão inflacionária com presentes que talvez o recebedor nem goste, nem consiga trocar e acabe deixando encostado num canto por que ficou com vergonha de dizer que não gostou, minha proposta é que este dinheiro seja convertido em doações em instituições que invistam na educação, como o Fundo de Bolsas do Instituto Embraer.

Aproveite o espírito do Natal e diga não ao consumismo exacerbado que é incentivado nos dias de hoje. Aplique seu dinheiro em algo que traga algum retorno pra você e para a sociedade. Considere a possibilidade de fazer uma doação para o Fundo Bolsas do Instituo Embraer. Mais detalhes no link abaixo:

http://www.institutoembraer.com.br/

Série Depoimentos

O Só a Educação Salva o Brasil defende que a educação é o principal (se não for o único) meio de transformação social da realidade brasileira. Por isso defendemos que jovens carentes que desejem estudar e se desenvolver tenham esta oportunidade e não desistam no caminho devido os empecilhos financeiros que aparecem. Alinhado com esta idéia, o Só a Educação Salva o Brasil defende iniciativas como o modelo para erradicação da pobreza através de investimentos em educação sugerido pelo Banco Mundial na década de 1990.

Maiores explicações sobre este modelo estão no texto que se encontra no link abaixo:

O Fim da Pobreza

Recentemente foi criado aqui neste blog uma série com depoimentos de jovens que encontram-se ou já passaram por esta situação.

No texto que se encontra no link abaixo, vemos a realidade de um jovem que cursa com dificuldades uma universidade pública:

Uma dura realidade

Já no texto que se encontra no link abaixo temos o depoimento de alguém que passou por estas dificuldades e hoje encontra-se numa posição de destaque no mercado de trabalho, promovendo assim uma transformação na sua realidade e de sua família e tudo graças à dedicação e aos estudos. As identidades dos dois depoimentos foram preservadas.

Sonhos que podemos ter

A mensagem que o Só a Educação Salva o Brasil quer passar aos jovens que estão passando por uma situação parecida é que vejam o exemplo do depoimento acima. E que apesar das dificuldades de agora todo esforço será recompensado. Não desistam que valerá a pena!

Se você está numa situação parecida como a descrita ou passou por dificuldades financeiras durante os estudos mande para este blog o seu depoimento, compartilhe suas experiências.

Uma dura realidade

O Só a Educação Salva o Brasil defende que jovens que precisem trabalhar desde cedo e por conta disso desistem de estudar tenham a mesma oportunidade daqueles que tem. Para aqueles que tem dificuldade financeira, até mesmo cursar uma universidade pública é difícil. Vejam este depoimento de um bolsista do Instituto Embraer (http://www.institutoembraer.com.br/):

----------------------

O primeiro semestre da faculdade talvez seja um dos mais difíceis, não pelo conteúdo das disciplinas, mas pela adaptação. Morar em uma cidade diferente, sem sua família, organizar suas contas (e pagá-las no prazo) e comprar sua comida. Você passa a depender de você, e aquele sonho da independência, tão sonhada pela maioria dos adolescentes, se mostra atrelada a uma responsabilidade antes inimaginável. Pra mim não foi diferente, sempre fui muito responsável, mas foi um semestre difícil.

Realmente percebi que é isso que quero pra mim, estou gostando muito da minha Universidade. No primeiro semestre minhas notas foram razoáveis, digo isso por que não chegaram no quanto eu estabeleci como padrão pra mim. Mesmo amando as matérias elas carecem de muito estudo, e era difícil estudar. Não havia foco, estava sempre preocupada com problemas com a casa onde estava morando, ainda tinha medo de São Paulo, ficava correndo atrás de papeladas e tava com vários probleminhas de saúde.

Moro numa casa bem pequena e velhinha, mas é bem próxima da Universidade, o que ajuda muito na questão de organizar e administrar o tempo e também na segurança no caos que é a cidade onde vivo. Nessa casa moram eu e mais dois estudantes, antes eram três, mas uma garota saiu da casa, outra coisa que também trouxe dores de cabeça. Todo o dinheiro é bem contadinho, a parte para alimentação, a da viagem para ver meus pais em alguns finais de semana e a maior parte para moradia. Quando uma das meninas saiu o aluguel e as contas passou a ser dividido em três, ao invés de quatro, e as despesas aumentaram!

De início foi difícil fazer amizades, digo amizades mesmo e não interações com colega de classe. A universidade é lotada de garotas e garotos ricos, que não dão valor ao muito que tem, e normalmente tem muito interesses com as "amizades". Era estranho demais ficar ouvindo as garotas falarem de esmalte para a unha de quarenta dólares e das marcas de sapato que elas compraram na última viagem. 

Me faziam umas perguntas que quando eu contava pra minha família a única coisa que agente podia fazer era rir. Coisas do tipo : "Eu ouvi você dizendo que tá com uns problemas de moradia, vi um apartamento vendendo aqui bem perto por cento e trinta mil, por que você não fala pros seus pai comprarem pra você?", ou "Você gosta tanto desta banda, por que você não foi ao show?". É realmente estranho como as pessoas não entendem o que é não ter dinheiro!

Nesse início de semestre as coisas estão bem melhores pra mim no quesito rotina, estudo para as provas, vou caminhar, ás vezes faço feira, almoço no refeitório da universidade e estudo inglês autonomamente.

Dessa rotina a parte de que aborrece, mas to superando é a parte de estudar inglês sozinha. Durante o semestre passado passei bem apertado e com ajuda da minha mãe pra conseguir juntar, durante cinco meses, quinhentos reais. Esse dinheiro seria pra pagar um semestre de um curso de inglês popular que tem aqui na faculdade, quando cheguei pra me matricular, com os quinhentos reais em mão que juntei, descobri que a apostila custava mais cento e noventa e não pude fazer o curso.

Está aí uma dificuldade de acesso aos estudantes sem recursos. Como competir no mercado de trabalho com um colega de classe que fala cinco idiomas, faz milhares de cursos na área de biológicas e viaja sempre pra reservas ecológicas do mundo todo? Como fazer pra comprar livros que custam mais de duzentos reais, e todos que a biblioteca tem são em inglês... Como estudar assim? Até mesmo estudar em uma universidade pública tem seu preço.

Uma coisa que sempre tenho em mente é que estou procurando forças pra fugir da tal herança social, um conjunto de forças que a sociedade naturalmente te impõe pra você seguir na mesma direção dos seu pais. Meus pais queriam estudar,mas não puderam, eu estou tendo esta chance. Uma pessoa sem grana na faculdade pública é raro, mesmo, talvez as pessoas realmente não entendam isso, a ajuda que recebemos dá a bagagem e a chance pra podermos estar lá, mudando a nossa história e a da nossa família.

-------------------------

Este depoimento foi um dos motivadores da criação deste blog. É por histórias como esta que o Só a Educação Salva o Brasil defende maior investimento em educação, e de preferência em modelos comprovadamente eficazes como o sugerido pelo Banco Mundial para a erradicação da pobreza através da educação, modelo adotado pelo Fundo de Bolsas do Instituto Embraer.

Se você concorda com estas idéias ajude a divulgar este canal.